Plebe Rude

Depois de abrirem 5 shows para o Guns N’Roses na turnê Not In This Lifetime Tour Latin América Tour 2016, a Plebe Rude segue agora com uma novidade: a turnê comemorativa dos 30 anos do seu primeiro “full lenght”, o álbum “Nunca Fomos Tão Brasileiros”.
Produzida por Herbert Vianna, a obra, composta por onze faixas, apresentou ao público jovem a maturidade musical do grupo brasiliense: com forte influência do pós-punk inglês, eles abriram novas possibilidades para o rock nacional. Não é à toa que a produção também contou com a orquestração do experiente Jaques Morelenbaum. Músicas como Bravo Mundo Novo, Nova Era Tecno, Censura, Nunca Fomos Tão Brasileiros, Códigos, traçaram tornaram-se hits instantâneos entre os “plebeus”, e receberam elogios em toda a imprensa especializada da época.
Durante a turnê comemorativa, o público antigo (e novo também) terão a oportunidade de conferir a relevância dessas canções, suas letras e arranjos, e fazer uma viagem à época de ouro do rock nacional. E pode ter certeza: a Plebe está afiada para mostrar esse repertório.
Além de Philippe Seabra (guitarra e voz), a banda conta com André X, fundador da Plebe (baixo), Clemente (Inocentes) (guitarra e voz), e o brasiliense Marcelo Capucci (bateria).
Sobre a Plebe Rude
A banda de rock formada em 1981, em Brasília, começou se destacando no meio punk-rock por volta de 1982, numa época em que a efervescência roqueira da capital federal era grande. Intitulado “O Concreto Já Rachou”, o primeiro disco do grupo foi lançado em 1985, às vésperas da abertura política do país, em um período de redemocratização.
O segundo álbum, “Nunca Fomos Tão Brasileiros”, surgiu no contexto da criação da nova Constituição, em 1988. No terceiro disco, homônimo, a banda buscou explorar as raízes brasileiras, criando o embrião do forró-rock, que teve seu ápice anos depois com os Raimundos. Antes de darem uma pausa na carreira em meados da década de 90, o grupo ainda lançou o quarto disco, “Mais raiva do que Medo, de 1993”.
A Plebe Rude retornou às atividades em 2000, com o álbum ao vivo “Enquanto a Trégua Não Vem”. Quatro anos depois, o guitarrista Clemente Nascimento, da banda Inocentes, passou a integrar o grupo, trazendo um estilo mais punk agressivo ao quinto álbum de estúdio, “R ao Contrário” (2006). Cinco anos depois, a banda lançou um novo disco ao vivo, “Rachando Concreto”, ao vivo em Brasília. Em 2014, é lançado “Nação Daltônica”, seu mais recente álbum.

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